Futebol24 de setembro de 2026 às 07:00

Anthony Gordon apoia Tuchel e diz que posse de bola não faz parte do DNA inglês

Por MozTraders Tips · Versão editorial assistida por IA.

Anthony Gordon apoia Tuchel e diz que posse de bola não faz parte do DNA inglês
Resumo editorial

O avançado Anthony Gordon concordou com Thomas Tuchel ao afirmar que a cultura do futebol inglês não se baseia no controlo de posse de bola. Apoiando o selecionador após a eliminação frente à Argentina, o jogador do Barcelona defendeu que a equipa deve apostar nas suas próprias forças.

Notícia completa

O avançado Anthony Gordon manifestou apoio à posição de Thomas Tuchel ao declarar que dominar os jogos através da posse de bola não está enraizado no DNA do futebol inglês. O jogador do Barcelona concordou com a análise do selecionador, surgida na sequência da derrota sofrida nas meias-finais do Campeonato do Mundo frente à Argentina, onde a seleção inglesa permitiu a reviravolta adversária com dois golos nos minutos finais.

Apesar de ter admitido alguma surpresa por ter sido substituído quando a Inglaterra vencia por uma bola a zero em Atlanta, Gordon recusou culpar diretamente as opções táticas de Tuchel pelo desaire. O atleta de 25 anos argumentou que o problema resulta de aspetos culturais mais amplos e de uma incapacidade crónica que acompanha a seleção nacional quando se encontra sob pressão.

Com base na experiência adquirida no futebol espanhol desde a sua mudança para o Barcelona, Gordon explicou que a forma como os espanhóis utilizam e guardam a bola difere consideravelmente da realidade inglesa. Na sua perspetiva, a seleção da Inglaterra deveria deixar de tentar imitar outras nações e focar-se genuinamente nas suas principais valências, como o futebol físico, direto e apostado no contra-ataque.

Abordando a gestão da partida frente à Argentina, Gordon recordou que se encontrava num momento de enorme confiança após inaugurar o marcador, mas compreendeu a decisão técnica de Tuchel de adotar uma postura mais cautelosa e defensiva através da introdução de uma linha de cinco defesas após a paragem para hidratação na segunda parte.

O extremo sublinhou que os próprios jogadores poderiam ter feito mais para assumir a iniciativa e controlar o ritmo do encontro nos instantes finais, isentando o selecionador de culpas diretas. Para Gordon, a equipa inglesa dispunha dos melhores jogadores em campo nessa meia-final, mas faltou assunção de protagonismo numa fase decisiva que acabou por ditar o afastamento da final.

Esta página apresenta uma versão editorial em português. Informação baseada numa publicação de The Guardian Football.

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